Fenômeno no YouTube

Um vampiro Edward cheio de biquinhos e de jogadas de cabelo diz para Bella:

-Vou abandoná-la. Tudo o que quero é beber o seu sangue e não posso.

A mortal tem, então, uma “brilhante” ideia:

-Estou menstruada! Não acredito que nunca tinha pensado nisso! Ela enche um copo de “sangue” e dá para o galã beber.

O final alternativo e escatológico para o filme “Lua Nova”, da saga Crepúsculo, foi visto 5,9 milhões de vezes.

O vídeo é ideia de Shane Dawson, 21, norte-americano que tem testado os limites do humor no YouTube e cujo canal, “Shane Dawson TV” (youtube.com/ShaneDawsonTV), atualizado semanalmente, tem mais de 1,4 milhão de inscritos.

“Na minha cabeça não existe “ir longe demais'”, diz Shane em entrevista exclusiva ao Folhateen. “Se gargalho assistindo a um vídeo, fiz certo.”

Apesar de não ter legendas, é fácil entender o humor de Shane, muito escrachado e que não poupa ninguém.

A galeria de personagens que ele mesmo encarna vai da tia Hilda, uma judia preconceituosa, até uma nada lisonjeira imitação de sua mãe.

São os personagens jovens, como Shananay, uma “mina do gueto”, que fazem mais sucesso. Além, é claro, de seus alvos preferidos: Miley Cyrus, Lady Gaga, Crepúsculo e os Jonas Brothers. “Mas ninguém está a salvo, nem mesmo eu”, brinca.

“Tive uma professora no jardim de infância que adorava contar piadas e até subia na mesa e dançava”, lembra Shane sobre sua inspiração. “Descobri que ela era uma alcoólatra, mas eu só a achava divertida.”

Shane ainda não é muito conhecido no Brasil, mas tem alguns fãs fiéis. O publicitário André Solomon, 24, diz gostar bastante da edição dos vídeos. “É tudo muito benfeito, com humor parecido ao do programa “Saturday Night Live'”, diz.

Segundo Shane, é importante manter contato com os fãs. “Amo poder interagir com milhões de pessoas de todo o mundo e sentir como se os conhecesse pessoalmente.”

Fonte: Folha

Humor: Carlos Mencia – tudo que as mulheres precisam saber sobre sexo

O video fala por-si-só.

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Mega Galeria: Fotos

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Mais uma Mega Galeria pra alegria da galera. E a arrumação anual do HD continua. 😉

Modern Warfare 2: passa a pior imagem possível’ do Rio, diz delegada

Não é novidade que o Rio de Janeiro entrou no mundo dos jogos eletrônicos como o cenário de combates sangrentos entre criminosos e policiais. Mas no game “Call of Duty: modern warfare 2”, um dos jogos mais badalados do momento, a fase que se passa dentro de uma favela carioca tem provocado polêmica. Para quem convive diretamente com a realidade das comunidades, houve exagero ao retratar a violência nestas regiões.

“Quando se associa o Rio de Janeiro, principalmente a imagem do Cristo Redentor, com a imagem estereotipada da favela, num primeiro momento, para quem não conhece a realidade, pode parecer sim. Mas o que vemos dentro da favela é que existe vida, e o jogo não mostra isso” disse a delegada titular Helen Sardenberg, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro.
Na fase que mostra a favela carioca, os “mocinhos” têm que encontrar um terrorista que está escondido entre os becos e vielas que circundam milhares de barracos de uma favela. Para a delegada, apesar de a violência fazer parte do cotidiano dos moradores destas regiões, não há semelhança entre as operações policiais e as cenas produzidas pelo jogo.

“Eu acredito que o jogo foi criado por pessoas que não convivem com a realidade das comunidades. (O jogo) passou a pior imagem possível e tenta instigar uma ideia de guerra (…) Eu achei que a ação é exagerada. Ela simula mais uma guerra do que uma ação policial. Não fica claro pra quem está jogando qual o objetivo daquela ação, enquanto que, na ação policial, os policiais têm objetivo”, explicou.

Ela ressalta que um dos principais “erros” do jogo são as armas usadas pelos protagonistas do jogo. “A gente vê no jogo utilização de granadas, o que não se usa, por causa do potencial lesivo. Com relação a outros tipos de armas, eu posso dizer que são armas poderosas, que são utilizadas em situação de exceção, e não de regra”.

E conclui: “O jogo estimula no jogador uma imagem de que todo aquele tipo de arma é necessária para o confronto, quando não. Num primeiro momento, nós temos que trabalhar com armas não letais, com mediação”.

Fonte: G1

Humor: 1 Minuto Antes da Surra

Veja tambem Rato de Fliperama.

Pedo-Bear

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Não sei vocês. Mas estou com a mente muito poluida!!!! 😉

Bom fds!